MORTE AO SILÊNCIO 2025 - Foto Reportagem I

Por Diogo Azevedo

01 – Agosto- 2025

Um festival não é só feito do que se vê em cima do palco, é feito, sobretudo, de quem o ergue, de quem o sonha e o carrega às costas, sem pedir nada em troca. O Morte ao Silêncio é, acima de tudo, uma construção coletiva, sustentada pelo esforço incansável de voluntários da comunidade local, que tornam possível cada detalhe.

No Dia 0, entre cabos e soundchecks, o recinto começa a ganhar vida, e antes mesmo do festival arrancar oficialmente, já se sentia o barulho certo, com concertos gratuitos a dar o mote para o que aí vinha.

HARD N’ CHEAP

REDEMPTUS

RED SOCKS

A eles , o nosso agradecimento mais profundo. São as mãos invisíveis que fazem o barulho acontecer e mantêm viva a chama do “DIY”, não como lema vazio, mas como prática concreta. Sem esse compromisso, esta celebração da resistência, do ruído e da comunhão simplesmente não existia.

Um festival é também, e sempre, quem o faz.